A paz de Cristo
Era sempre a mesma coisa
Minha vida sem sentido
Uma vida dolorosa
Pois havia me perdido
Mas, alguém olhou para mim
E gastou um pouco do seu tempo
Me falou de um amor sem fim
De alguém que não me faz de um passa-tempo
Disse-me que há um lugar
Confortável, aconchegante, feito para mim
Me senti especial
Nunca tive nada assim
Perguntei o que deveria fazer
Para isso merecer
Então me disse bem suave
Com uma paz de constranger
É de graça, não se preocupe, não é por merecer
É preciso tão somente a Ele se render
Àquele que fez tudo por amor a você
O seu nome é Jesus Cristo
Homem doce, Emmanuel, poderoso, consolador
É só acreditar, que este é seu redentor
A partir daquele dia
Tenho paz em meu viver
Pois de graça recebi
E pela graça vou viver
Porém, o tempo foi passando
E eu logo me esqueci
Quis reter, somar e multiplicar
As bênçãos que recebi
E esqueci que as coisas de Deus
É também para dividir
Na igreja sou assíduo
A todos dou a paz
Mas, o que faz meu coração?
Do sofrimento alheio não se compraz!
Já ouvi tantas vezes
Mas não tinha dado a devida atenção
Assim diz a palavra do Senhor
Enganoso é o coração
A paz de Cristo não é um cumprimento
Um “oi”, um aperto de mão ou coisa de momento
É muito mais que tudo isso
Não é apenas um sentimento
É uma atitude, é ação
É força, é movimento
É se importar com quem sofre
É trazer a esperança e o alento!
É também sentir as dores
É trabalhar pela paz
São os pacificadores
Dos quais, Deus se satisfaz!

